TERCEIRIZAÇÃO

Seminário discute os reflexos da terceirização nos canteiros

Os reflexos da terceirização nos canteiros de obras foram o foco de seminário realizado na manhã desta quarta-feira (21), no Sinduscon/Paraná-Oeste (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná Oeste), por iniciativa do CPRT (Comitê de Política e Relações no Trabalho). Foram apresentados aspectos contábeis, jurídicos e práticos nos canteiros de obras da nova lei, tendo como público-alvo empresários e representantes do setor. As explanações estiveram a cargo do advogado Joaquim Pereira Alves, do contabilista Admilton Stein e do Engenheiro de Segurança e Coordenador do CPRT Agnaldo Mantovani.

Os palestrantes mostraram os aspectos práticos da mudança da legislação, efeitos econômicos e perspectivas de curto, médio e longo prazos. Em seguida, foi aberto espaço para perguntas e respostas. “Nossa missão é fazer o empresário enxergar os benefícios e medir os riscos advindos deste processo”, comentou o advogado.

Para o engenheiro de Segurança Agnado Mantovani, coordenador do CPRT, o debate sobre o tema fortalece a obtenção de uma percepção mais clara do efeito das mudanças. “Cabe ao empresário formular a sua tese tendo como base as informações por aqui coletadas”, entende.

Para o engenheiro civil João Luiz Broch, presidente do Sinduscon/Paraná-Oeste, a postura do sindicato, por meio de seus diretores, conselho de ex-presidentes, colaboradores e terceirizados, é a de defesa desta modalidade de contratação. E ela serve até mesmo para a rotina da própria instituição. “Para viabilizar a terceirização no dia a dia no ambiente do Sinduscon, é necessária a troca permanente e o compartilhamento de experiências e serviços institucionais”, observa Broch. “Nosso Sindicato tem, por iniciativa de seus representantes e por força de seu estatuto, e com empenho de seus colaboradores, a determinação permanente de receber, compartilhar experiências e instalações com nossos terceirizados, recebendo-os não apenas como parceiros, mas como associados. Nosso Sindicato vive na prática os princípios e benefícios da terceirização”, diz.